Diferença entre MD-e e MDF-e

Com a evolução dos projetos do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), alcançando a maturidade de documentos como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), surge a necessidade de diversos eventos e novos documentos fiscais, que sejam capazes de suprir as obrigações acessórias. Com isso, é fácil fazer confusão em meio a tantas nomenclaturas e siglas que parecem remeter à mesma situação.

E, afinal, qual é a diferença entre o MD-e Manifestação do Destinatário e o MDF-e Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos?

A diferença mais básica é que o Manifestação do Destinatário é um evento da NF-e e está relacionado à participação do destinatário no processo, já o Manifestação de Documentos Fiscais Eletrônico é um novo documento fiscal, assim como a NF-e e o CT-e, de existência apenas digital, vinculando à unidade de carga os documentos utilizados na operação.

O que é o Manifestação do Destinatário?

Antigamente a Nota Fiscal Eletrônica tinha participação apenas do emissor, que poderia registrar eventos, como a Carta de Correção Eletrônica, junto ao Fisco. Ficava a cargo do destinatário apenas a validação e armazenamento da NF-e recebida. Com a criação do Manifestação do Destinatário, o Fisco permite a participação do destinatário neste processo, inclusive confirmando se existe de fato. Entre os eventos que o Manifestação do Destinatário permite, estão:

  • Confirmação da operação;

  • Desconhecimento da operação;

  • Operação não-realizada;

  • Ciência da operação.

O destinatário só pode emitir uma manifestação conclusiva dentro do prazo de 180 dias após a emissão da NF-e.

O que é o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e)?

De existência apenas digital, o MDF-e é um novo documento fiscal eletrônico, utilizado para vincular à unidade de carga todos os documentos fiscais utilizados na operação. Este documento pode ser comparado ao Manifesto de Carga, que não era um documento fiscal, mas que foi substituído por este. Anexo ao MDF-e, existe o DAMDFe, que é a representação gráfica do MDF-e, assim como existem o DANFe e o DACTe.

A autorização do MDF-e implicará em eventos fiscais nos documentos a ele associados, como a NF-e e o CT-e. Um destes é impedir o cancelamento de uma NF-e que já esteja em circulação, por exemplo.

É importante lembrar que um novo MDF-e só poderá ser emitido por aquela unidade de carga, uma vez que o MDF-e anterior tenha sido encerrado.


Fonte: Tecnospeed

Força de Vendas Mobile

Força de Vendas Mobile

É mais do que natural, estarmos plugados 24h por dia na internet, acessando informações e aplicativos a qualquer hora e de qualquer lugar.

Essa cultura já está bem difundida no dia-a-dia das pessoas, há algum tempo.

As empresas também necessitam, cada vez mais, dessa mobilidade para aumentar a eficiência e produtividade e encurtar o tempo de resposta com seu cliente.

Hoje, aplicativos de força de vendas mobile, são extremamente importantes para as equipes externas, dando mais velocidade no atendimento e na venda.

Não se trata de ter um diferencial competitivo, trata-se de uma necessidade básica de uma empresa que faz venda externa com equipe de campo.

Estar completamente automatizado gera valor e agilidade no processo de vendas. O cliente gosta disso.

As principais funcionalidades de um aplicativo de força de vendas mobile, são:

Cadastro de Clientes

  • Tabela de preços

  • Pedidos de vendas

  • Integração de Produtos (ERP -> Mobile)

  • Integração de Clientes (ERP -> Mobile / Mobile -> ERP)

  • Histórico de vendas (do usuário que realizou a venda)

Obviamente que outras funcionalidades podem ser desenvolvidas e agregadas no aplicativo de força de vendas mobile. Vai depender do processo de cada empresa.

Boas vendas!


Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT, Fundador da Uibi Marketing Digital e Consultor da Intelecta

  • MBA em Marketing Digital pela FGV

  • Graduado em Marketing

Mais de 2 décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI - Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar, Pipedrive, RD Station e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

Sistema para PME

Sistema para PME

Você tem uma pequena ou uma média empresa e percebe que chegou a hora de ter um sistema de gestão ERP?

Toda e qualquer empresa necessita de processos organizados, controles e acompanhamento dos resultados, principalmente as PME´s.

Na maioria dos casos, as PME´s utilizam muitas planilhas em excel, muitas coisas em cadernetas e simplesmente possuem um sistema para emissão de NF, ou ainda, emitem a NF pelo site da prefeitura.

Com o passar do tempo, o empresário realmente percebe que está perdendo o controle, que as informações não são confiáveis para tomada de decisões e que, muitas vezes, os próprios colaboradores cobram um sistema para gerenciarem melhor os processos.

Pois bem, é nessa hora que entra a necessidade de um Sistema para PME, ou seja, um sistema de gestão para controlar boa parte dos processos da empresa.

Mas e ai, qual sistema escolher? Qual é o melhor custo x benefício? Qual vai atender as necessidades da empresa? Qual será de fácil utilização dos colaboradores? Enfim, essas e outras perguntas podem surgir.

A decisão é fácil: Sabe qual o sistema ideal? Aquele que é simples, prático, acessível e confiável.

Atualmente, existem centenas de Sistemas para PME no mercado.

Escolha aquele que está maturado, aquele que é confiável, que tenha bastante tempo de mercado, que seja de simples utilização para ganho de produtividade, que não seja tão caro, enfim, aquele que funciona bem para sua PME, em todos os aspectos.

Os principais processos de uma PME são compras, vendas, estoque, produção, finanças e fiscal. Isso é o mínimo que se pode esperar de um Sistema para PME.

A Intelecta desenvolveu há 25 anos atrás, em parceria com o SEBRAE, o Sistema Empresário ERP que ja teve mais de 110 mil cópias distribuídas ao longo do tempo e, atualmente, conta com cerca de 1.500 clientes ativos.

O Sistema para PME da Intelecta é robusto, abrangente e atende bem as necessidades da empresa, organizando os processos, democratizando a informação entre as áreas, colaborando com o dia-a-dia dos usuários e fornecendo subsídios para os gestores e diretores acompanharem os resultados em tempo real, facilitando a tomada de decisões.

Deseja conhecer nosso Sistema para PME? Solicite o material por e-mail, visite a página de soluções do site, peça uma apresentação ou converse com um consultor especialista.

Você vai se surpreender com nosso Sistema para PME, creia!

Bons negócios :)


Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT | Conselheiro na Intelecta e Fundador da Uibi Marketing Digital

  • MBA em Marketing Digital pela FGV

  • Graduado em Marketing

Duas décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI - Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar, Pipedrive, RD Station e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

Sistema para Gestão Empresarial - ERP

O que é e para que serve um Sistema para Gestão Empresarial - ERP?

A sigla ERP vem do inglês e significa Enterprise Resource Planning, que traduzindo temos: Planejamento de Recursos Empresariais.

Não importa de que segmento de mercado seja a empresa, sempre é importante ter o planejamento dos recursos.

Os sistemas em si, existem nas empresas desde a década de 70, porém, no formato de sistema integrado, desde o início da década de 90, onde surgiu a onda dos ERP´s.

O ERP é o sistema que controla o fluxo de processos de uma empresa, democratizando a informação por todas as áreas.

Os principais módulos de um sistema clássico para gestão empresarial - ERP são:

  • Compras

  • Estoque

  • Produção

  • Vendas

  • Financeiro

  • Contábil/Fiscal

Obviamente que existem sistemas com diversos outros módulos periféricos que agregam valor ao ERP padrão, entretanto, estes são considerados ERP´s verticais, que por sua vez, atendem especificamente processos de negócios por nicho de mercado.

Atualmente existem no Brasil mais de 500 empresas que se posicionam como desenvolvedoras de ERP´s.

Os ERP´s deixaram de ser comercializados por licença de uso e passaram a ser distribuídos na modalidade SaaS - Software as a Service, ou, no velho e bom português: Sistema por assinatura mensal, um aluguel que, enquanto o contrato estiver vigente e o cliente ativo, este tem direito de utilizar o Sistema para Gestão Empresarial ERP.

Na grande maioria dos casos, em empresas de médio e grande porte, o sistema ERP tem de ser implementado de acordo com as necessidades de processos e negócios da empresa e, para tal, é realizado um projeto de implantação com diversas fases, como: levantamento e desenho de processos, treinamento, implantação, customizações, testes e validações, go-live e acompanhamento.

Nos casos de micro e pequenas empresas, a complexidade tende a ser menor, restando apenas a realização de um setup e treinamento da solução, que já entra em produção rapidamente.

Os sistemas ERP com tecnologias mais ortodoxas geralmente são client/server, rodando em servidor local, hoje em dia chamado de On-Premises.

Já os sistemas com tecnologias mais modernas, são desenvolvidos em ambientes 100% web, rodando em Cloud Computing, ou seja, na nuvem.

Obviamente que existe tecnologia para fazer acesso remoto de um sistema local - cliente/server, podendo ser acessado de qualquer local.

Da mesma forma que um sistema web, rodando via browser de internet, esteja local.

Enfim, o importante é que os Sistemas para Gestão Empresarial - ERP´s, cumpram com maestria o seu papel de organizar os processos, fazer a empresa roda e difundir as informações entre os usuários.


Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT | Conselheiro na Intelecta e Fundador da Uibi Marketing Digital

  • MBA em Marketing Digital pela FGV

  • Graduado em Marketing

Duas décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI - Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar, Pipedrive, RD Station e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

A LGPD está baseada nos direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, como a livre iniciativa e o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

A LGPD cria uma regulamentação para o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, nos âmbitos privado e público, e estabelece de modo claro quem são as figuras envolvidas e quais são suas atribuições, responsabilidades e penalidades no âmbito civil – que podem chegar a multa de 50 milhões de reais por incidente.

A lei relativa à proteção de dados pessoais, publicada em agosto de 2018, chama atenção para um exame mais atento da questão do vazamento de informações pessoais e para o fato de que as empresas precisam efetivamente cuidar da boa governança dos dados que colhem dos seus clientes.

Essa regulação, a LGPD - Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais altera o Marco Civil da Internet, de 2014, com o objetivo de proteger dados tratados no Brasil, na esfera digital ou fora dela, por qualquer tipo de empresa ou órgão publico.

Caberá à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar se as empresas estão cumprindo com a nova lei. Neste sentido, uma das ferramentas à disposição da Autoridade é um dispositivo que prevê a apresentação de um “Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais”, que poderá ser solicitado a qualquer momento pela ANPD e deverá conter, minimamente, a descrição dos processos de tratamento de informações pessoais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco. Essa é mais uma forma da ANPD ter visibilidade de como as empresas utilizam dados pessoais para fins de “big data e analytics”.

Assim, a nova lei impactará diretamente todos os setores produtivos da economia, que de alguma forma, faz uso ou mesmo simplesmente coleta dados pessoais, , afetando-os em menor ou maior grau. Empresas de serviços ao consumidor possivelmente terão mais trabalho na adequação à lei, por conta do alto nível de interação com estes e com a vasta cadeia de valor associada à prestação desses serviços.

MAS COMO AS EMPRESAS PODEM SE ADAPTAR À NOVA LEI?

O primeiro passo é sem dúvida um mapeamento criterioso das atividades de cada departamento interno da empresa no tocante à coleta e ao tratamento de dados

Em uma visão macro a promulgação da lei põe o Brasil no rol de mais de 100 países que poderiam ser considerados adequados para proteger a privacidade e o uso de dados. Essa é uma sinalização positiva e mostra a preocupação do governo em lidar de forma responsável na prevenção de eventos de vazamento de dados em massa noticiados na mídia internacional.

A LGPD terá entre seus principais desafios a missão de conscientizar a sociedade de que “dado pessoal” é um bem de valor que deve ser protegido, sob pena de trazer prejuízos ao indivíduo se for utilizado indevidamente e para fins diferentes do que foi consentido pelo titular, ou seja uma mudança de “mind set”.

2019 é o ano de adequação, pois essa exigência entra em vigor em 2020.

Em breve sua empresa terá de cumprir normas de privacidade de dados.

Quais ações serão adotadas para cumprir as exigências da LGPD?

O que você está fazendo para estar em compliance com as novas regulações?

Já pensou nisso? A multa é pesada!


Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT | Conselheiro na Intelecta e Fundador da Uibi Marketing Digital

  • MBA em Marketing Digital pela FGV

  • Graduado em Marketing

Duas décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI - Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar, Pipedrive, RD Station e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

Algumas perguntas que se deve fazer ao implementar uma solução ERP

Seu negócio está crescendo e, para não perder o controle da situação, você decidiu que é hora de buscar soluções que te ajudem na gestão da sua empresa. Afinal, você sabe que não é possível confiar 100% em processos manuais e desconectados e um sistema de ERP pode te ajudar muito a ter uma visão global do negócio e assim poder tomar decisões mais estratégicas. Mas daí você pensa: como selecionar o melhor ERP para meu negócio?

 

Antes de embarcar em uma implementação, esclareça todas as dúvidas com o seu fornecedor. Veja algumas perguntas que você não deve esquecer de fazer:

 

1) Minha empresa precisa mesmo de um sistema de gestão ERP?

É normal que quando uma empresa cresce muito rapidamente, processos que antes satisfaziam as necessidades do negócio acabam se tornando insuficientes para a nova demanda. Frequentemente, processos manuais começam a requerer mais agilidade, e softwares não conseguem mais se comunicar um com o outro e as informações se perdem dentro da organização. Então, para saber se sua empresa ficaria melhor com um sistema de gestão ERP, olhe para seus processos atuais e para qualidade de comunicação entre os processos, veja também a quantidade e a qualidade de informações geradas. Se você questionar a efetividade desses pontos, provavelmente é hora de adotar um ERP.

 

2) O sistema vai satisfazer as necessidades do meu negócio?

Essa é provavelmente a pergunta mais importante dessa lista. Há muitas soluções no mercado prometendo mil e uma utilidades, mas não fazem mais do que o básico. Sua tarefa será encontrar a solução que funcione melhor para a sua empresa. Se, por exemplo, uma das suas principais necessidades é ser capaz de gerir um grande estoque, você precisará de um software que tenha essa funcionalidade muito boa. Para acertar na escolha do melhor software, é importante conversar bastante com seu fornecedor, para que ele entenda realmente seu negócio e suas necessidades.

 

3) Como funciona o processo de implementação do software?

Muita gente acha que depois de escolher o sistema ideal para seu negócio, o próximo passo é saber como usá-lo. Mas não é bem assim! Antes de tudo acontece a fase da implementação, e é importante entender como funciona esse processo: quanto tempo levará e, portanto, quando sua empresa poderá de fato usufruir do novo sistema; como será o treinamento dos funcionários e quais deles devem estar envolvidos nessa fase; qual será o cronograma; como será a integração com outros sistemas, etc. Se necessário, faça uma reunião prévia com seu fornecedor para sanar todas as dúvidas.

 

4) Que tipo de suporte terei durante e após a implementação?

Ao adotar um novo sistema de gestão ERP, é normal que, em algum momento, você precise do suporte do seu fornecedor. Por isso, é primordial que o tipo de suporte ofertado fique bem claro nos termos do acordo: como acontecerá esse suporte e se haverá custo extra. Quem te atenderá? Quantas horas de suporte estão inclusas na implementação? E depois, continuará havendo algum pacote? E quanto custarão as horas adicionais de suporte?

 

Você também pode pedir referências, perguntar sobre cases e se há clientes do mesmo ramo de atuação que você.

A organização de estoques para além das planilhas

Quando começamos a organizar o controle de um estoque é normal optarmos pelas planilhas. Mas isso só funciona com certa segurança enquanto o estoque ainda não é tão grande ou ainda não há tanta movimentação. Mas sempre pode haver erros, principalmente na inserção de dados referentes à entrada e saída de produtos. E esses erros, com o passar do tempo, viram um bicho de sete cabeças difícil de descobrir onde está, quando aconteceu e quem foi o responsável. Quanto maior o estoque e maior a movimentação dele, maiores as chances dos erros humanos acontecerem.

Felizmente as ferramentas de automação estão aí para não só dar total segurança no manejo dos dados do estoque, como também funcionam como suporte para tomadas de decisões.

A adoção de um sistema de automação ERP para o gerenciamento de processos empresariais traz inúmeras vantagens ao negócio, e a gestão de estoques é uma das grandes beneficiadas, pois a automação:

  • Melhora o gerenciamento do estoque com relação à quantidades, valores e localização física;
  • Otimiza o processo de compras;
  • Elimina o uso de planilhas paralelas em Excel, o que reduz riscos de cálculos errados;
  • Dá maior segurança no momento da venda, pois o vendedor pode consultar o saldo e fazer a reserva para o cliente com a certeza de que poderá entregar;
  • Proporciona maior controle da equipe de vendas;
  • Fornece notificações periódicas sobre o nível do estoque;
  • Faz rotinas de inventário;
  • Permite manter um controle de históricos, de cotações e requisições de compra;
  • E auxilia na tomada de decisões.

Adotar um sistema de gestão automatizado é, sem dúvidas, uma decisão estratégica para qualquer negócio que queira crescer de forma organizada (e quem não quer?). Trocando por outras palavras os itens acima, o ERP ajuda a empresa a reduzir riscos com perdas financeiras e traz mais agilidade e eficiência aos processos operacionais e administrativos - o empresário poderá investir melhor seu tempo em outras questões importantes. Além disso, tendo conhecimento preciso sobre o estoque e sobre a demanda, o empresário terá mais segurança para negociar com fornecedores questões importantes como preços, prazos e forma de pagamento. Outro ponto forte em conhecer bem o estoque é saber quando algum produto precisa ser desovado e fazer campanhas promocionais para facilitar sua saída, ou até mesmo saber que produtos estão com demanda baixa há mais tempo no histórico de vendas e decidir se é melhor eliminá-lo do catálogo.

A Solução ERP Empresário faz isso e muito mais. Quem sabe ela não é a solução perfeita que você precisa para sua empresa?

3 dicas para você encantar seu cliente

3 dicas para você encantar seu cliente

No processo de prospecção de clientes, fala-se muito em atração, conquista, fidelização, retenção, e por aí vai. Mas como fazer para que o cliente tenha uma experiência diferenciada com a sua marca? Como encantá-lo verdadeiramente? Se você se sente perdido nessa hora, saiba que esse é um fator crítico para muitas organizações.

 

Por isso, trouxemos algumas lições para encantar o cliente. Afinal, mais do que suprir as necessidades do consumidor, as marcas devem ter produtos/serviços que excedam as expectativas dele. Sabia que algumas pesquisas já apontaram que clientes pagariam mais por uma experiência melhor?

 

Então, como fazer para que os clientes tenham grandes experiências com a sua marca? Confira nossas dicas.

 

Veja como colocar em prática 3 dicas que vão encantar os clientes

 

1) Crie interações verdadeiras

Clientes felizes que têm seus problemas resolvidos compartilham com 4 a 6 pessoas sobre sua experiência. Trate seus clientes de forma pessoal, saiba o nome deles e o histórico com a marca, cuide dos detalhes. Crie laços com eles – laços vão além de uma relação comercial. Como disse Walt Disney, “Seja o que for: faça bem feito. Faça isso tão bem feito que, quando as pessoas virem o que você fez, elas vão querer voltar para ver de novo e vão trazer outras pessoas só para mostrar o seu trabalho”.

 

Todo ser humano gosta de se sentir querido, importante, e se isso acontece, pode ter certeza que ele vai contar a experiência positiva para outros. É uma excelente forma de criar um boca-a-boca.

 

2) Troque de lugar

Troque de lugar com o cliente e se pergunte: que tipo de experiência eu gostaria de ter? E aí não considere apenas evitar experiências negativas, mas sim proporcionar experiências memoráveis que irão deixar seus clientes querendo mais e querendo contar para todo mundo. Uma boa ideia é desenhar todo o processo, desde quando é feita a primeira interação do cliente com a empresa até a última interação. Quando mais se prolonga esse processo, maiores são as chances de se criar experiências positivas e construir laços.

 

3) Descubra o que está por trás do que o cliente quer

Quando um cliente adquire seu produto/serviço, o que será realmente que ele espera? Não se trata de saber apenas se ele gostou das características do seu produto/serviço - elas são apenas meios para um fim. O resultado que está por trás é o que o cliente está verdadeiramente comprando. Pense nisso!

Seu e-commerce está pronto para o futuro?

Seu e-commerce está pronto para o futuro?

PS.: O futuro é logo ali!

 

Segundo dados divulgados pela BigData Corp., o Brasil já conta em 2017 com 600 mil e-commerces (um crescimento de 9,23%) em atividade. E não é de se duvidar, já que temos visto, com cada vez mais frequência, lojas físicas empreendendo também no mundo virtual, afinal não querem perder fatia de mercado – ainda mais considerando que as lojas físicas tiveram um decréscimo de desempenho de 6,2% de acordo com o IBGE. E temos visto em grande número também o surgimento de lojas que só existem digitalmente mesmo – muitos artesãos e estilistas, por exemplo, estão vendendo seus produtos online.

 

Já segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABComm – o mercado de e-commerce nacional faturou R$ 53,4 bilhões em 2016 e apresentou alta de 11% em relação a 2015. A expectativa é que neste ano o crescimento continue, atingindo um faturamento de R$ 59,9 bilhões.

 

E como os pequenos e médios empresários do setor podem se destacar nesse cenário de competição crescente? É necessário sim investir cada vez mais no mundo virtual. Mas que caminhos seguir? Aqui citamos algumas tendências para você ficar de olho:

 

1) Cresce o número de compras via dispositivos móveis

É cada vez maior o número de consumidores que fazem suas compras por smartphones e tablets. E de acordo com a pesquisa da BidData Corp., 24,2% das lojas eletrônicas brasileiras possuem sites responsivos para mobile, essencial para garantir que o cliente tenha uma boa experiência no seu site e fique nele até o final da compra. Além disso, é importante também incluir na sua estratégia de comunicação digital o investimento em campanhas online, como anúncios em links patrocinados e redes sociais, sempre voltados ao acesso mobile, com atalhos para área de conversão e fácil caminho para a loja online. Segundo a pesquisa, o uso de mídias sociais pelo comércio eletrônico alcançou 72,43% neste ano contra 60,71% de 2016. A grande vantagem de investir nessas mídias é que elas são acessíveis mesmo para pequenos empresários.

 

2) Compras online com retirada física

Algumas lojas já trabalham dessa forma, mas ainda nem todas exploram essa possibilidade: o cliente compra na loja virtual, mas tem a opção de retirar na loja física. Isso pode ser uma vantagem para o cliente que não queira pagar o frete, ou que esteja com mais pressa para receber o produto. Por outro lado, você pode proporcionar uma experiência física diferenciada para o cliente que poderá interagir com outros produtos e, quem sabe, até fazer mais compras. Mesmo que você seja pequeno e não tenha um espaço físico oficial, pode oferecer a possibilidade da pessoa retirar com você em um ponto de encontro. Essa mistura do mundo físico com o virtual vem ganhando força.

 

3) Misturando o mundo real com o virtual

Continuando o que falamos no ponto anterior, a convergência entre o real e o virtual é uma tendência já sinalizada no exterior. Por exemplo, a Amazon anunciou bem recentemente que está testando uma nova forma de serviço: as pessoas podem ter as roupas entregues em casa para experimentá-las e podem devolver as que não quiserem. Se o cliente decidir ficar com um duas a três peças, tem um desconto de 10%; se quiser ficar com quatro ou mais, ganha 20% de desconto. E isso tudo com fretes gratuitos.

Dicas de como fazer seu negócio crescer

3 dicas básicas (mas muitas vezes 'esquecidas') para fazer seu negócio crescer

 

Em meio à cenário político-econômico turbulento, concorrência, avanços tecnológicos que às vezes parecem até difícil de se acompanhar, consumidores gastando menos, como manter a competitividade? Melhor: como fazer seu negócio crescer?

 

Seguem três dicas - mas muitas vezes negligenciadas - que vão te ajudar a dar aquela turbinada na sua empresa:

 

1) Invista em mobilidade

Sabia que em muitos países, inclusive no Brasil, as pessoas se conectam hoje muito mais pelos dispositivos móveis do que pelo pc? Então, se você quer alcançar um público cada vez maior, quem sabe até internacional, deve sem dúvida alguma investir em um site responsivo. E vá além, invista em tecnologias na sua empresa que lhe permitam, por exemplo, gerenciar seu negócio de onde estiver, e pelo dispositivo que tiver à disposição na hora. A tecnologia em cloud computing está aí para que possamos trabalhar de qualquer lugar, e ganhar tempo para pensar em outras questões importantes para o coração do negócio, como: cuidar dos clientes, fazer análises e desenhar estratégias, e até mesmo ter mais tempo para si.

 

2) Organize-se

Ter uma gestão organizada é princípio básico para qualquer negócio de sucesso. Ter controle de estoque eficaz, bem como do fluxo de caixa - saber quanto entra e quanto sai, qual o lucro e como irá investi-lo -, conhecer seu público e seus parceiros - e manter um relacionamento sustentável com eles -, ter toda a parte contábil e tributária sempre em ordem, e tudo o mais que envolva a gestão da sua empresa. A desorganização só vai atrapalhar seu caminho para o crescimento.

 

3) Terceirize

Olhe para sua equipe, seus processos e o trabalho que se tem que fazer regularmente. Haverá os pontos fortes, bem como os pontos de deficiência que a equipe não cobre, talvez por falta de expertise naquele determinado assunto. Então, considere terceirizar as áreas que demandam mais sacrifício ou esforço seu e de seus colaboradores. Coloque na ponta do lápis e calcule a diferença em custos de se contratar um empregado ou terceirizar o serviço. Aliás, essa conta pode te ajudar na tomada de decisão.

 

Se você colocar essas dicas em prática, com certeza terá uma perspectiva de crescimento mais concreta e muito mais positiva para o seu negócio. E a partir disso, poderá fazer muito mais pela sua empresa.

5 coisas produtivas para você fazer durante o recesso

5 coisas produtivas para você fazer durante o recesso


Passamos o ano todo correndo, com uma lista enorme de tarefas, compromissos, horários. Acabamos não fazendo muitas coisas que temos vontade porque, ou não sobra tempo, ou energia. E, apesar de no recesso dar aquela vontade de só se divertir e festar, pode ser uma boa também tirar alguns itens dessa lista de coisas que nunca conseguimos fazer.

Por exemplo:

1) Escrever mensagens pessoais - de agradecimento, de dicas, ou apenas para dar um 'oi'

Sabe aquele colega que fez algo por você, e você queria ter agradecido devidamente, mas com a correria acabou passando batido? Ou aquele artigo que você leu e achou que poderia ajudar aquele outro colega, ia compartilhar o link, mas o telefone tocou e você acabou se esquecendo? Ou aquele amigo das antigas, que você sempre se lembra mas já não fala há tempos? A calmaria do final do ano é uma ótima ocasião para colocar todas essas mensagens em dia. Certamente você ficará com uma sensação boa depois de escrever para essas pessoas. PS.: ao invés de escrever, você pode telefonar também, seria super simpático.

2) Planeje sua próxima viagem

Se você já sabe que vai fazer uma viagem em 2017, aproveite o recesso para fazer aquela boa pesquisa de valores de aéreo, de lugares para se hospedar, esboce um roteiro, peça dicas. Só pesquisar o aéreo e a acomodação costumam tomar um tempo considerável, então fazer isso mais tranquilamente no fim do ano é uma boa. Aliás, quanto mais perto da data da viagem, mais caro tudo vai ficando. Por isso, acertar tudo com antecedência, além de poupar o estresse de fazer tudo correndo depois, ainda vai ser vantajoso financeiramente.

3) Cultive um novo hábito

Você vive falando que vai começar a dormir mais cedo e aproveitar para fazer exercícios de manhãzinha, ou vai parar de fumar, ou vai começar o próprio blog, ou meditar. Contudo, esse tipo de coisas requer uma mudança não só mental como na rotina. E quem consegue mexer muito na rotina enquanto está às voltas com mil tarefas? Por isso o sossego do recesso do fim de ano é uma boa oportunidade de cultivar um novo hábito e, com paciência e determinação, você começará o ano já com essa meta sendo colocada em prática.

4) Aprenda algo novo

Pode ser que você vai viajar para um país cujo idioma você não domina. Que tal começar a estudar a língua por algum aplicativo? Ou pode ser que você tenha vontade de aprender alguma nova habilidade, que não necessariamente tenha a ver com o seu trabalho. Quem sabe um curso de culinária ou de música? Além de ser bom ter um hobby, é uma super chance de estimular áreas do cérebro que você geralmente não usa no dia-a-dia no trabalho.

5) Trace as resoluções de ano novo

Não estamos falando daquela lista que nunca se cumpre. Estamos falando sim de uma lista com metas específicas, reais e possíveis - mesmo que o desafio requeira um grande esforço. Para facilitar, você pode quebrar o objetivo final em várias etapas a serem cumpridas mensalmente - assim, cada passo dará a sensação de estar mais perto da meta final - o que é verdade -, e a motivação será maior.

Seleção dos melhores podcasts para empreendedores

Seleção dos melhores podcasts para empreendedores

Sabe aquele hora que você está perdendo um tempo imenso no trânsito, mas não tem como evitar? Que tal ocupar esse momento com algo produtivo? Ouvindo um podcast, por exemplo? Dá para aprender, abrir a cabeça para novas ideias e se inspirar bastante enquanto enfrenta o caminho demorado de ida para o trabalho/volta para casa. Ou enquanto faz o treino na academia, arruma a casa, toma banho..! É só achar um podcast com temas que realmente lhe interessem e colocá-lo na sua rotina.

Segue uma lista de podcasts super interessantes para você ouvir:

- TEDTalks Negócios: já sabemos quão inspiradores são os vídeos do TED. Mas, em momentos em que não dá para assistir, que tal ouvir? O TED tem um podcast em que os maiores inovadores, empresários e pesquisadores de negócios compartilham suas histórias.

- HBR IdeaCast: é da revista americana Harvard Business Review, e só por isso já dá para imaginar que tenha conteúdos relevantes. Conta com podcasts semanais com os principais pensadores e gestores de negócio da revista, e a variedade de temas é enorme (são pelo menos 300 opções de podcasts para serem explorados).

- GV Cast: muita gente já segue o Geração de Valor, do empreendedor Flávio Augusto. O que talvez nem todos sabem é que ele tem um podcast sobre empreendedorismo e negócios, que conta com um grupo do Facebook para debater conteúdos relacionados ao GV Cast.

- Braincast: do B9, é um podcast bem dinâmico sobre criatividade, entretenimento e comunicação. Participam cinco membros, que juntos já colocaram mais de 200 podcasts no ar, abordando temas atuais, de forma descontraída.

- Startapo: aqui discute-se tudo sobre startups, empreendedorismo e tecnologia: temas, conceitos, cases e tudo mais que envolve esse universo, desde assuntos mais básicos até os mais complexos.

Saiba quem é o novo consumidor

Não é preciso voltar tanto tempo para notar como o comportamento do consumidor tem mudado. As inovações tecnológicas cada vez maiores, a mudança nas formas de comunicação, a velocidade na transmissão de conteúdos, tudo isso tem afetado a forma como os consumidores se relacionam com as marcas hoje em dia.

Para entender melhor esse novo cenário, a SalesForce lançou no dia 15 de setembro - quando aqui no Brasil comemora-se o dia do consumidor - um infográfico com as "10 características do novo consumidor do Século XXI". Confira:

 

7 cursos online e gratuitos

7 cursos online e gratuitos

Em um mundo onde tudo muda e avança tão depressa, estar sempre atualizado é essencial para o sucesso de um empresário. O difícil pode ser o investimento para estar sempre por dentro de tudo. Nem sempre é possível pagar por todos os cursos e treinamentos que desejamos fazer.

Felizmente é possível encontrar na internet diversos cursos online e gratuitos para capacitar e melhorar os conhecimentos nas áreas mais variadas. Mas como garimpar os melhores? Para ajudar nesse processo, pesquisamos e trouxemos a lista abaixo para você:

- Empreendedorismo: da Espm, o curso tem como objetivo que o aluno adquira conhecimentos para reconhecer os fatores-chave para se tornar um empreendedor de sucesso e identificar as habilidades necessárias para uma verdadeira atitude empreendedora.

- Serviços a clientes: diferenciação da oferta: também da Espm, o curso busca capacitar o aluno a aplicar os conceitos teóricos e práticos de atendimento a clientes por meio do estabelecimento de estratégias de serviços e gestão do relacionamento com clientes/consumidores, com vistas à fidelidade e ao consequente aumento de vendas/resultados.

- Técnicas de vendas: outro curso da Espm, esse aborda temas como obter o máximo de informações do mercado, empresa, concorrentes, clientes e concorrentes de clientes, para entender as necessidades e, dessa forma, estruturar propostas que se adequem efetivamente a ele.

- Fundamentos da Gestão de TI: da FGV, o curso aborda diversos conceitos a respeito do papel da tecnologia nos negócios. É apresentado o conceito de empresa digital, o fenômeno da bolha da internet, também chamado de nova economia, o impacto social da revolução da nova economia, incluindo a chamada geração virtual ou geração V, além das principais tendências em tecnologia da informação.

- Análise Estruturada de Sistemas: antes de desenvolver qualquer sistema, é necessário fazer o levantamento de requisitos, identificar o fluxo de dados, elaborar modelos funcionais, entre outros procedimentos. Da Fundação Bradesco, o curso aborda desde o conceito de análise funcional até como construir listas de verificação (relacionadas à qualidade do software), ou seja, o aluno conhecerá todos os passos para desenvolver um sistema funcional e com qualidade.

- Fundamentos de COBIT: outra opção de curso da Fundação Bradesco, a proposta é apresentar como a estrutura do COBIT (do inglês, Control Objectives for Information and Related Technology) permite aplicar as melhores práticas de mercado para a gestão de riscos de TI e como é possível, por meio desta iniciativa, alcançar não só a excelência operacional, mas também estabelecer um modelo de governança que mantenha a área de TI integrada aos objetivos de negócio.

- Aprender a Empreender: do Sebrae, o curso é indicado pra quem quer abrir um negócio ou já possui um e quer aprimorar seu perfil empreendedor e conhecer sobre mercado e finanças.

Em todos esses links você poderá explorar outras opções de cursos, para diferentes necessidades.

Vai ficar mais fácil abrir uma empresa em São Paulo

Em pouco tempo será mais rápido e simples abrir uma empresa na cidade de São Paulo. Isso porque a partir do segundo semestre o município passará a integrar a Rede Nacional de Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Pessoas Jurídicas - conhecido como Redesim.

O que isso significa? Menos burocracia, menor tempo de espera, mais agilidade, mais empreendedorismo e um ambiente de negócios em São Paulo mais promissor.

A Prefeitura de São Paulo empreendeu os maiores esforços para que a cidade também possa ser reconhecida como um excelente ambiente de negócios, ao construir novos procedimentos necessários para que as empresas sejam abertas de forma eletrônica e integrada em um período médio de 5 a 10 dias.

O sistema cria um processo único de legalização das empresas, eliminando uma série de exigências burocráticas e arcaicas. Segundo a Receita Federal, "a integração da prefeitura de São Paulo à Redesim permitirá que em um único processo de abertura, alteração ou fechamento de empresas o empresário possa receber o registro na Jucesp, o CNPJ, a inscrição municipal e os alvarás de licenciamento estaduais e municipais, com objetivo de reduzir a quantidade e o tempo dos procedimentos". Empresas com atividades econômicas de baixo risco dispensam a entrega de documento e a liberação de alvará será automática, sem inspeção prévia. De acordo com Daniel Belmiro, coordenador-geral de Gestão de Cadastros da Receita, hoje, 90% das empresas que são abertas são consideradas de baixo risco.

A Redesim já está presente em outros cidades brasileiras. Nesses lugares, o tempo médio de abertura de empresas caiu para menos de 10 dias e algumas empresas que têm documentação totalmente digital têm seu processo de abertura concluído em menos de 48 horas.

5 palestras do TED para inspirar empreendedores

O TED é uma organização sem fins lucrativos que realiza palestra super inspiradoras, nas mas diversas áreas, e em mais de 100 idiomas. Começou em 1984 como uma conferência de Tecnologia, Entretenimento e Design, mas atualmente cobre praticamente todos os tópicos que você possa imaginar - de ciências e negócios à assuntos globais. Uma das características do TED é o formato das palestras - compactas, elas têm 18 minutos ou menos.

Separamos 5 palestras do TED para dar ótimos insights, conhecimento, e estimular os empreendedores. Confira:

 

Palestra 1: Por que grandes líderes fazem você se sentir mais seguro.

Para Simon Sinek, um grande líder é aquele por quem os funcionários sentem confiança - ou até adoração. Contudo, criar confiança e segurança - especialmente em uma economia desigual - significa assumir grandes responsabilidades. Simon Sinek é especialista em liderança e explora em seus livros e palestras como os líderes podem inspirar a cooperação, a confiança e a mudança.

 

Palestra 2: Crimes cibernéticos comuns - e o que você pode fazer sobre isso.

Hoje em dia qualquer empresa que esteja online pode ser alvo de crimes cibernéticos. Os criminosos são muito criativos, e estão sempre inventando novos jeitos de burlar os sistemas. Nessa palestra, James Lyne, especialistas em ciber segurança corporativa, ensina como estar um passo à frente e se proteger.

 

Palestra 3: Como dirigir uma empresa (quase) sem regras.

Se seu estilo de liderança estimula a autonomia da equipe, você irá gostar desse TED. O brasileiro Ricardo Semler fala sobre seu conceito de "democracia corporativa" para se criar um ambiente de trabalho que beneficie a todos. Ele repensa tudo, das reuniões da diretoria à como os empregados solicitam férias. É uma visão que reconhece a sabedoria dos funcionários e promove o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

 

Palestra 4: De onde as boas ideias vêm?

O autor e empreendedor Steven Johnson mostra, de um jeito fascinante, como uma atmosfera certa pode estimular grandes ideias. Os espaços coletivos - do 'network líquido' dos cafés à internet de alta velocidade - estimulam à inovação, que precisa de espaço e interações para acontecer.

 

Palestra 5: Resolvendo problemas de maneira criativa diante de limites extremos

Navi Radjou passou anos estudando o "jugaad", ou a inovação frugal. Lançado por empreendedores de mercados emergentes que descobriram como ter resultados espetaculares com pouquíssimos recursos, a prática tem sido adotada mundialmente. Radjou compartilha nesse TED três princípios de como conseguir mais com menos.

PME’s usam o poder da internet para crescer em meio à crise

PME’s usam o poder da internet para crescer em meio à crise

Apesar da crise, oito em cada dez empreendedores do setor de comércio eletrônico cresceram em 2015 em comparação à 2014. Esse é um dos dados revelados em uma pesquisa encomendada pelo MercadoLivre ao IBOPE CONECTA. A pesquisa aponta que a grande maioria dos empreendedores digitais está otimista em relação ao setor de e-commerce e às suas vendas.

Um terço dos 520 empreendedores entrevistados aposta em um crescimento do setor de mais de 25%; e dois terços em um crescimento de até 20%.

As razões apontadas para o crescimento do setor e de suas vendas são: aumento da penetração da internet no Brasil (72%); aumento da segurança e confiança no modelo de compra e venda online (63%); aumento de usuários de smartphones e tablets (58%).

Sobre as regiões do país com maior número de vendas no e-commerce, a pesquisa revelou o seguinte: em primeiro lugar está o Sudeste, com 75%; seguido pelo Nordeste 9%; Centro-Oeste 8%; Sul 6%; e Norte 2%.

As cinco categorias de produtos mais populares do setor são: Eletrônicos, Áudio e Vídeo (34%); Informática (27%); Acessórios para veículos (25%); Celulares e telefones (24%); Casa, Móveis e Decoração (15%).

Como se vê, apesar de muitos economistas terem sinalizado que o ano seria de recessão, há muitos mais empreendedores digitais confiantes do que o contrário. Como disse Laure Castelnau, diretora executiva do IBOPE CONECTA, “apesar de 2015 ser apontado por analistas como um ano de recessão e calmaria no mercado financeiro, encontramos nesta pesquisa empreendedores confiantes, voltados a gerar oportunidades de negócios que gerem crescimento”.

Com os consumidores cada vez mais aproveitando a internet para se relacionar com as marcas e consumir, e sabendo que a infraestrutura de um e-commerce demanda menor investimento físico e com pessoal, os empreendedores digitais estão aproveitando o poder da internet para crescer em meio à crise e avançar para novos mercados.

Apenas 12% dos entrevistados disseram que não preveem crescimento em 2015, e os motivos para eles são: a atual situação política e econômica do país, o aumento de impostos e tributos e a alta do dólar.

Por que cada vez mais PME’s estão indo para a nuvem

Por que cada vez mais PME’s estão indo para a nuvem

O cloud computing é um termo bastante conhecido já há uns bons anos. Contudo, ele era mais associado às grandes corporações. Para as pequenas parecia uma realidade ainda distante. Contudo, cada vez mais pequenas e médias empresas estão migrando seus negócios para a nuvem. No exterior isso já ocorre com bastante peso, e por aqui o movimento também está aquecido.

Isso não se dá por acaso. Hoje mais empresas oferecem serviços de cloud computing, o que vem tornando a tecnologia muito mais acessível. E essa acessibilidade permite que as PME’s possam competir melhor dentro de um mercado com tanta concorrência, onde quem não sai na frente (na adoção de novas tecnologias, por exemplo), acaba perdendo mercado.

Uma pesquisa da Deloitte revelou que as pequenas e médias empresas que estão com seus negócios na nuvem crescem 26% mais rápido do que aquelas que ainda não adotaram o cloud, e têm rendimentos 21% mais altos. Dentre as empresas pesquisadas, 85% disseram que acreditam que a nuvem ajuda suas empresas a crescerem mais rápido.

Em poucas palavras, o Cloud Computing é uma série de servidores remotos acessíveis na internet que permitem a difusão de comunicações e dados. A adoção do cloud proporciona não apenas redução de custos como também dá um gás na produtividade dos pequenos, médios e grandes negócios. Mas, o impacto nos pequenos e médios é mais significativo. Para eles, a nuvem realmente reduz, quando não elimina, o gasto com hardwares de alto custo. E isso faz total diferença, já que muitas vezes esses empresários trabalham com budgets bem mais limitados.

Pesa também a questão da flexibilidade. Com o modelo de trabalho ganhando novas formas (como o trabalho remoto e o home office, e a redução na infraestrutura), as soluções de comunicação oferecidas pela tecnologia na nuvem são capazes de atender as necessidades das rápidas transformações pelas quais as empresas estão passando.

Outra vantagem é o fim da papelada com a digitalização de documentos e a capacidade de a nuvem armazenar dados muito mais rápido quando comparamos a uma estrutura tradicional, com papéis e arquivos que demandam espaço físico e tempo de organização. Juntando-se ao fim da papelada, outro dado sustentável é a economia de energia: segundo estudo da KPMG, a economia é de 10% - com os custos de eletricidade crescendo por aqui, esse é sem dúvida outro fator de peso.

Uma pesquisa da Goldman Sachs trouxe outra informação relevante: a fatia dedicada à nuvem dentro do investimento total de TI nas empresas será de 11 % até 2018. Era pouco menos de 4% em 2013.

Com todo esse cenário, as PME’s que querem prosperar devem apostar sim na nuvem.

Novo ICMS dificulta vida de pequenas lojas virtuais, dizem tributaristas

Novo ICMS dificulta vida de pequenas lojas virtuais, dizem tributaristas

Divisão entre os estados obriga comerciantes a fazer cálculo complexo.

Pequenos varejistas do Simples terão mais dificuldade em adaptar-se.

Muitas empresas foram pegas de surpresa pela regra de partilha do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados, em vigor desde o começo do ano. Pequenos negócios – especialmente os que atuam no comércio eletrônico e adotam o Simples Nacional – terão mais dificuldades em adaptar-se, avaliam tributaristas ouvidos pelo G1.

Pela nova regra, uma loja de São Paulo que vender vinhos nacionais pela internet para um consumidor do Piauí precisa agora dividir a arrecadação do imposto com o estado que recebe a mercadoria.

Motivo da partilha
Alguns estados com menos lojas de comércio eletrônico, especialmente no Norte e Nordeste, passaram a reclamar que a arrecadação do ICMS caiu devido à concorrência das empresas virtuais de outros estados, criando a chamada "guerra fiscal". O quadro se agravou com o boom de vendas online nos últimos anos.

O objetivo da medida, portanto, é tornar a partilha de impostos mais igualitária entre o estado que vende e o que consome. Mas essa divisão não é simples. “A maior dificuldade para as empresas é que o cálculo é muito complexo”, explica Mota.

A regra só vale para empresas que vendem para o consumidor final. Ou seja, pessoas físicas ou empresas prestadoras de serviços, como escolas e órgãos públicos, que não vão revender o produto que adquiriram.

O ICMS é cobrado sobre tudo o que se consome no país. É um dos que mais pesam no bolso do consumidor. Ele incide sobre produtos e serviços considerados essenciais, como telefonia e telecomunicações, e também os supérfluos, como cosméticos, bebidas alcoólicas e cigarro. O consumidor paga o ICMS embutido no preço do que compra.